Por coisas assim é que sempre apostámos fortemente na beatagem. Mais um bocadinho e estamos a ganhar um Óscar, já não falta tudo!
Obrigada São Gonçalinho!







Não sei se fui só eu a reparar nisto, mas o Luís Filipe Menezes parece andar adoentado. Desde que chegou a boss no PSD e está a disputar o campeonato com o Sócrates, o homem, quando fala, parece que acabou de levar um enxerto de porrada, ou então que tomou uma caixa de xanax fora do prazo. Já partilhámos com algumas pessoas esta nossa preocupação e há más-línguas que acham que aquilo é de propósito para simular um ar cool, criar um style assim tipo George Clooney mas sem a substância, não sei se estão a captar. Também há quem ache que é uma forma de se tentar distanciar do estilo direita-carrascão (Alberto João, Portas, etc) e assim angariar votos entre o pessoal oscilante PSD-PS.
Toda a gente tem sotaque. Toda, sem excepção. Mas há sotaques que são mais massacrados do que outros. São aqueles que se usam para contar anedotas no café, para encenar rábulas nos programas de humor e para imitar alguém de quem não se gosta ou se considera simplesmente "um cromo". É lixado. Mas isto é assim por uma razão muito simples: Há sotaques que, quando os ouvimos, caem em cima de nós como uma chuva de pedregulhos por uma ribanceira abaixo, e quem os tem entranhados, ou encara aquilo como uma religião ou vai passar os dias no psiquiatra porque não tem cura. É o caso do sotaque morcão, o beirão interior e o alentejano entre outros. Não há nada a fazer.


E agora imaginem isto:



