5/05/2005

UMA VERDADEIRA HISTÓRIA DE TERROR

Foi há uns meses atrás que isto aconteceu. Eu e o meu marido fomos às compras Ao Carrefour de Aveiro e antes de voltarmos para casa resolvemos tomar um café no larguinho dos restaurantes.
E foi aí que eu vi.
A princípio, não queria acreditar. Não podia ser verdade. Mas todas as evidências apontavam para que fosse, ou seja, o meu marido também conseguia ver distintamente, por isso não era alucinação minha. A uns metros de nós apenas, estava sentado numa cadeira um rabo gordo, com cerca de dois terços da sua totalidade à vista e completamente roxinho, tentando sair de dentro de uns daqueles jeans de cintura baixa muito muito justos. A visão daquelas duas bolas de carne oprimidas e com um afluxo de sangue fora do normal afectou-me de tal maneira que tive que me sentar e pedir um copo de água. Nem naqueles filmes de terror gore tipo Zombie Dezanove e Meio ou A Máscara do Assassino Sangrento eu havia jamais vislumbrado tal horror...
Depois do primeiro choque verificámos que o dito pandeiro pertencia a uma senhora de uns cinquenta anos que se encontrava também sentada na mesma cadeira, embora se possa afirmar sem qualquer dúvida que a traseira da visada já há muito tinha adquirido vontade própria.
Na altura pensei contar-vos esta aventura, caros clientes, e só não o fiz porque, não tendo qualquer máquina fotográfica à mão, corria o risco de ninguém acreditar na minha história e cair em descrédito.
Hoje porém, resolvi tentar desenhar o que vi para que possam partilhar comigo esta triste história.
Isto porque uma notícia que li me fez recordar toda esta carnificina e resolvi perguntar-vos: Não acham que estes senhores têm toda a razão?

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