
Isto é tanto mais grave tendo em conta a minha malapata com estes gajos que vivem aqui ao nosso lado e nem português conseguem perceber. Lembro-me que me retorci toda até conseguir admitir que... bolas, ainda hoje me custa a dizer... gostava... pronto, já está... de assistir semanalmente às aventuras de gente com nomes que nem aos cães a gente aqui põe (Chanquete, Tito, Bea, Javi, Pancho, Piraña...). Foi em 1981.
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