2/23/2011

Uma história de m*rda num país de m*rda

Esta história do recluso de Paços de Ferreira que tinha como hobby encher a cela de m*rda confirma a teoria de que é muito mais fácil falar do que fazer. Lidar com um gajo desses e conseguir manter o respeito dos outros todos é com certeza muito mais difícil do que fazer discursos sobre tortura aos prisioneiros. Eu queria ver a senhora gorda do BE a aguentar-se à bronca com eles, queria!
Esta história do recluso de Paços de Ferreira que tinha como hobby encher a cela de m*rda confirma também o que eu já pensava sobre os políticos em geral. Que se limitam a reproduzir discursos patéticos dentro da linha politicamente correcta, sem fazer mais ondas do que aquelas que deles se espera, porque convém aguentarem-se no tacho até à idade da reforma, que a vida está difícil. Giro giro era mandarem-nos para a penitenciária de balde e esfregona na mão limpar a m*rda do maluco, isso é que era de valor!
Quanto aos serviços prisionais de Paços de Ferreira, o erro deles foi fazerem o filme. Gente com tanta habilidade para talhar cadeiras e psichés e caem numa destas. Broncos!

7 comentários:

jg disse...

Fosse eu guarda prisional deste animal e em vez de o tratar por você, tratava-o por Excelência, querem ver?!
Com um bocado de sorte ia a merda e recluso para o mesmo esgoto.
Vá lá ser chavasco para a quinta casa do c@r@lho.

kuka disse...

Coitado do senhor! Já não basta estar preso e ainda o querem obrigar a limpar a merda que faz! Não se admite! Contratem mulheres a dias para fazer o trabalho (a dias e a noites já agora).

João Afonso disse...

Não é minha intenção absolver o recluso. Se está preso não foi por andar a ajudar velhinhos a passar na passadeira. Mas vejamos: estava desde de Setembro de 2010 com acompanhamento psiquiátrico e se estava era porque o(s) responvál(s) da cadeia verificaram ser necessário.Há relatórios, daí que a atitude passiva do recluso bem como esfregar-se com os seus dejectos não é um comportamento de quem é psiquicamente saúdavel. Ninguém no seu juízo perfeito o faria. Daí que não devemos julgar ninguém emocionalmente, mas sim com racionalidade

kuka disse...

Parece que o "homem" desde essa data se tem portado bem.´Se calhar não é assim tão maluco.

Didas disse...

Entretanto lembrei-me de outra coisa: Algum dos clientes sabe onde se arranja uma arma taser? Aquilo aqui na minha rua para os gajos que estacionam um carro em dois lugares era limpinho!

Saltapocinhas disse...

tens toda a razão.
se ele tem mesmo problemas graves não devia estar ali.
é muito fácil fazer discursos lindos... queria-os ver lá a fazer o que os guardas prisionais fazem e a ganhar o que eles ganham.

Didas disse...

Essa é qu'é essa!