11/02/2011

Palavra de padeira!


Ainda um dia me hão-de explicar esta: Porque é que as pessoas se juntam para correr contra a diabetes, pedalar contra o cancro da mama, caminhar pelas vítimas das cores mal combinadas... whatever... Quer dizer, eu percebo uma parte, que é haver um grupo de pessoas que estão contra uma doença ou qualquer outra coisa chata. Até porque eu também estou, porra, acho mesmo desagradável uma pessoa andar na sua vidinha, planear umas férias ou uma sardinhada com os amigos e de repente descobrir que tem os dias contados. Fogo, ai não que não compreendo! A parte que eu não percebo mesmo é o que é que adianta irmos todos por aí a correr ou a pedalar feitos malucos por causa disso. Se alguém me explicar e eu ficar a perceber, juro que amanhã mesmo começo a juntar um grupo para fazer uma maratona ao pé-coxinho e de marcha-atrás contra a p... da dívida externa! Nem que fique toda partidinha!
Palavra de padeira!

5 comentários:

60 Sinais disse...

Porque tem que se fazer alguma coisa...pareceria mal uma organização criar o "enfardar pelos moribundos"...e deveria ser algo relacionado com a doença...facto...mas corridas entre pessoas cujos membros foram amputados nunca se provaram muito famosas. Pronto...e é isso...acho eu...na realidade tambem não sei, mas invento ^^
Boa semana*

Eduardo Martins (Ejamart) disse...

De vez em quando há umas campanhas mais produtivas... limpar o lixo das praias ou das florestas... Pode-se por exemplo ir limpar inuteis à Assembleia da Republica, ou corruptos, onde estiverem, ou limpar mordomias a tanto impoluto que para aí anda...

mfc disse...

Só faço bicicletadas para o Porto perder!
Tenho dito!
Sou um intelectual... pronto!

joao madail veiga disse...

eu faço caminhadas contra os aparatchicks, contra os lampiões, contra os restaurantes manhosos, contra o fisco, contra os contra, contra o Zé Cabra e também contra o Tordo, contra a comida italiana, usw

Nadinha disse...

Filha:
A gente paga para fazer essas corridas e o dinheiro reverte a favor da causa. E além disso, convencemos todo o mundo a fazer uma vida mais saudável, a curtir outras coisas, que também são boas. Bora lá?
Às arrecuas contra a dívida externa é que não. Nem de frente, nem de lado...