Os Meus Dias na Livraria Morisaki
Há 1 semana
De qualquer maneira, tanto eu como a empregada Rosarinho, apesar de termos achado que ele esteve muito bem (excepto naquela parte em que entrou na fábrica das alheiras com a penca de fora da máscara), também preferimos que, se passar pela gente na rua, ele não nos dê confiança nenhuma. Não é por nada!
No Afeganistão, um soldado tresloucado entrou indiscriminadamente em casas e matou 16 civis incluindo mulheres e crianças. Do lado de cá estamos todos chocados. Do lado de lá talvez só os familiares dos que morreram. Os restantes continuam chocados mas com a destruição de não sei quantos exemplares do corão, que como sabem é, como a bíblia, um manual de malfazer, com a vantagem para os do clube desta última de não a levarem tão a sério. Vantagem essa logo neutralizada pela seriedade com que levam a guerra pelo petróleo e outras coisas que geram nababos. Portanto, o massacre de 16 civis afegãos por um soldado norte-americano é a triste materialização num acto simbólico do choque de duas culturas antagonicamente brutais. Antagónicas apenas porque uma reclama para si liberdade e democracia e a outra reclama Alá e a jihad. Só por isso.
Desculpem não ter dito nada hoje mas estive entretida a ver um árbitro a tentar prolongar um jogo do Porto até ele ganhar (não deu, paciência, mas foi uma tentativa tocante) e a apreciar a qualidade irrepreensível de mais uma belíssima canção que vamos mandar para ficar em último no festival da canção.
"Cavaco está a precisar de uma “belinha”!!
A Makro enviou a todos os seus 1500 empregados propostas de rescisão amigável do contrato de trabalho. No entanto, afirma que não pretende fazer despedimentos nem sair do país, o que só nos deixa duas alternativas: